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quarta-feira, 28 de março de 2012

O Futebol Venceslauense


Se houve tempo em que o nosso futebol atingiu o seu ponto culminante, ou seja, ganhando um destaque de chamar a atenção, por ironia do destino isto só se cristalizou mesmo antes do nosso país transformar em realidade o grande sonho de todos nós que sempre foi a conquista do título mundial.
Foi exatamente antes da década de 50 que aqui despontaram as grandes glórias, começando pelo pioneirismo da decantada Associação Atlética Venceslauense, cognominada 'A Veterana', um clube que ganhou as cores alvi-celestes predominando nos altos da rua Almirante Barroso, onde está localizado hoje o Centro Municipal de Esportes e o Estádio Municipal 'José Francisco Abegão'.
Anteriormente chamado Estádio Antônio Andrade, uma homenagem perpetuada a um dos seus então diretores, mas não demorado muito para surgir um temido rival de cores alvinegras e cujo nome de Corinthians mexia com os corações dos apaixonado por futebol.
Os comentários eram muito comuns na cidade, em qualquer ponto entre gozação e elogios, ao mesmo tempo que não faltava a citação deste ou daquele considerado ídolo, que também acabava surgindo.
Alguns nomes podem ser lembrados: Pilon, Tiãozinho, Toco, Salvador Lopes, Lúcio, Vicentinho, Prego, França, Nilson, Jacaré, Antônio Pedro, Macário, Moacyr Marques, entre outros do lado da Associação Atlética Venceslauense. Da parte de Arfelli & Cia estão: Miola, Tupã, Baianinho, Zé Baiano, Jurandir, Bigode, Dede, Ditinho, Rubens, Miguel e Geraldo Dias.
Uma terceira força que por fim alcançou a tão almejada consagração na cidade, foi a Sociedade Esportiva Mariana. Comandada por Altino Faustino Pereira - que tinha sempre todo respaldo da Congregação Mariana -, onde o advogado Geraldo de Féo Flora se apresentava como um autêntico braço direito e até um torcedor símbolo.
A 'Mariana' - como era popularmente conhecida, sacudiu a cidade nos anos 60. Revelava uma nova geração de craques venceslauenses. Esses bons jogadores tem seu nome marcado na história de Venceslau. Alguns deles são: Darcy, Adair, Vardinho, Gerson, Pedrinho, Sidney, Alemão, Miroco, Pastel, Álvaro Português e Mandioca.

Dieta

-33 kg com treino funcional 

Daniela Alves investiu neste tipo de ginástica para mudar sua vida pessoal e profissional 

Por Redação

Daniela Alves

São Paulo — SP
Idade: 25 anos
Altura: 1,54 m
Peso: 60 kg
Quilos perdidos: 33 kg
Há quanto tempo está neste peso: 2 anos 

O desafio:
Ela viu as fotos tiradas em uma festa de família e percebeu que precisava emagrecer. Com um empurrão do noivo, começou a malhar e a controlar a alimentação. Resultado: perdeu peso e mudou de vida. 

Sabotagem na dieta
A gerente administrativa Daniela Alves nunca se importou com o peso. “Sempre fui cheinha”, diz. Em 2005, quando começou a namorar seu atual noivo, que é personal trainer, os quilos a mais passaram a incomodá-la. “Iniciei uma dieta, mas eu me enganava. Enchia o prato de salada, porém detonava vários doces na sobremesa”, lembra. No ano seguinte, ao ver as fotos de uma festa de família, ela se deu conta de que estava acima do peso e ao subir na balança, o ponteiro marcou 93 kg. Com o apoio do noivo, começou a fazer caminhadas aos finais de semana. Mas o descontrole à mesa comprometia o resultado dos treinos. Nessa época, Dani conseguiu um emprego em uma academia e a cobrança para que emagrecesse ficou ainda maior. 

Malhação em dupla
Decidida a afinar as formas, passou a ler reportagens em revistas e blogs e a colocar em prática dicas sobre reeducação alimentar. Como precisava malhar, o noivo propôs que fizessem juntos um treino funcional. “Fiquei apaixonada pela modalidade. Além de melhorar minha postura, perdi peso e ganhei massa muscular em um piscar de olhos”, conta. Só no primeiro mês, Dani mandou embora 8 kg! “Fui me empolgando e querendo a cada dia superar meus limites”, fala. O resultado? 33 kg a menos em 3 anos. 

Ginástica para sempre
Magra e feliz da vida, hoje ela virou fã dos exercícios. “Além do treino funcional, faço aulas de circo. No picadeiro, eu me divirto e deixo meu corpo definido”, afirma. E a paixão pela atividade física foi tão intensa que Dani pediu demissão da academia em que trabalhava para abrir uma, em parceria com o noivo. “E justo eu que, embora trabalhasse em uma academia, detestava aquele ambiente de malhação. Estou muito orgulhosa de toda essa minha evolução”, garante. 

Segredinho de quem conseguiu
> Escolha uma atividade física que combina com você
“Experimente vários tipos de exercício. Com paciência e dedicação, você irá encontrar uma malhação que te dará prazer e ajudará a emagrecer.” 

Calendário de malhação
> Treino funcional 1 h / 3 vezes por semana
> Aulas de circo 1 h / 2 vezes por semana


"Farra nos presídios são comuns e corriqueiras", diz promotor de justiça do Amazonas

A afirmação é uma conclusão prévia de dois meses de investigação realizada pelo Ministério Público do Estado nas unidades prisionais de todo o Amazonas

BRAGA SHOW NOTICIAS

Condenados do regime fechado se divertem ao som de DVD e TV de LED(Reprodução)
“O fato apresentado hoje é apenas um sintoma do que existe no Sistema Prisional do Amazonas. Essa situação é comum e corriqueira e acontece em mais de uma Unidade Prisional do Estado”. A declaração é do promotor de Justiça do Estado André Seffair, membro de um grupo especial do Ministério Público do Estado (MPE-AM) que investiga há um pouco mais de dois meses festas e demais atividades ilegais nos sistemas prisionais de todo o Estado.
O promotor André Seffair afirma que essas e outras condutas ilegais que acontecem dentro dos presídios do Amazonas estão sendo investigados por um grupo formado por outros três promotores de Justiça, tendo como base relatos de condutas chegadas até o grupo.
Segundo Seffair, o processo de investigação teve início em janeiro deste ano, e conta com a participação dos promotores Jefferson Carvalho, Tereza Coelho, além do promotor Fábio Monteiro, coordenador do grupo.
As investigações, conforme Seffair, avaliam todo o esquema ilegal que ocorre dentro dos presídios: “O esquema é muito maior e muito mais forte do que se imagina. É muito simplório exonerar o diretor do presídio, por exemplo. No entanto sabemos que ele não é o único responsável. Sabemos que há cobrança de propina dos agentes carcerários, por exemplo, mas isso não está sendo comentado”, afirma.
Investigações preliminares dos promotores apontam que a festa realizada na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) é apenas uma das condutas ilegais que ocorrem dentro dos presídios do Estado. “Nós temos informações que os presos de alta periculosidade do Amazonas possuem aparelhos celulares, televisões e dinheiro dentro das suas celas o que é totalmente ilegal. O que foi visto hoje é apenas um reflexo do que ocorre normalmente dentro dos presídios do Amazonas”, relata.
André Seffair afirma que o Sistema Prisional do Amazonas ainda não está preparado para combater essas condutas ilegais: “O sistema prisional de todo o Estado não entende que essas pessoas são muito perigosas para a sociedade. Foi necessário haver uma situação crítica, de um dos infratores publicar as fotos no facebook, para que ficasse claro que há deficiências nesse sistema”, conclui.

 

Novelas.

Rebelde


Diego Montez já atuou em "Amor e Revolução", mas diz que repercussão foi menor
Não é de hoje que Diego Montez, o playboy Murilo de “Rebelde”, está acostumado a frequentar estúdios de TV. Filho do apresentador Wagner Montes com a atriz Sônia Lima, o rapaz, de 21 anos, circula pelas emissoras de TV desde a infância. Embora esteja familiarizado com os sets de gravação, Diego admite que nem sempre pensou em seguir a carreira artística. “Na verdade, não procurava fazer TV. Fiz faculdade de Rádio e Televisão para ficar atrás das câmeras. Mas depois mudei de ideia”, conta, aos risos.
Antes de estrear na Record, Diego integrou o elenco de “Amor e Revolução”, trama do SBT na qual deu vida ao jovem Gabriel. “’Amor e Revolução’ foi uma preparação para ‘Rebelde’, um aprendizado”, diz o ator, entregando que é muito crítico em relação à sua performance diante das câmeras. “Uma coisa é ganhar o papel. A outra é saber se vou corresponder. Sou muito crítico. Tinha o hábito de não me assistir de forma nenhuma. Outro dia me assisti em ‘Amor e Revolução’ e pensei: ‘O que estou fazendo aí? Por que me deixaram entrar na televisão?’ (risos). Mas agora estou mais ligado e me assisto com mais frequência”, revela.
Diego admite que ser filho de Wagner Montes e Sônia Lima faz com que as pessoas da Record sejam ainda mais acolhedoras com ele. “As pessoas já conhecem os dois há muito tempo. E tem uma galera que gosta muito deles. Então eles me tratam bem automaticamente”, conta. Ele aproveita para falar que sente muito orgulho dos pais e só tem a agradecer à dupla. “Tenho um orgulho enorme do meu pai e da minha mãe”, diz.

Fisiculturista, mas sem perder a sensualidade

Eva Andressa, a campeã brasileira da modalidade, exibe 

curvas que seduzem qualquer homem

 Quando falam de mulheres fisiculturistas, logo vem a mente aquelas figuras fortes, com músculos definidos, que perderam a sensualidade. Mas Eva Andressa, 27, passa longe do clichê. A curitibana é uma pessoa influente nas redes sociais, com mais de 79 mil fãs em sua página oficial do Facebook. A fama veio em 2009, quando sagrou-se campeã brasileira de fisiculturismo. Depois, uma entrevista no programa do Jô Soares, no ano seguinte, alavancou sua carreira de modelo.
Eva faz musculação há nove anos e começou para ficar com um corpo definido. “Sempre fui magrinha, e na minha adolescência isso me incomodava. Sempre admirei  mulheres com o corpo definido. Foi aí que resolvi começar a fazer musculação”, conta.
Ao perceber que seu corpo respondia bem às séries de exercícios, decidiu tentar a sorte em uma competição de fisiculturismo, em 2004. “Desde a primeira competição, eu já percebi que aquilo me fazia feliz e que era aquilo que eu queria fazer por muito tempo. O fisiculturismo exige muita disciplina e determinação 24h por dia, por isso decidi me dedicar 100% para o esporte”, explicou.
Com tanta malhação, o esperado era que seu corpo ficasse bem definido, mas que acabasse perdendo as curvas. Mas Eva conseguiu se sobressair e manteve a silhueta sensual sem fazer nada fora do comum, segundo ela. “Acho que isso é de cada pessoa.  Eu sempre fui super vaidosa e isso não mudou com a musculação. Pelo contrário, hoje me sinto bem com minha auto-estima e talvez isso faz transparecer a sensualidade.”

“Muitas mulheres perdem a noção do que  é um corpo sarado. Na busca de um corpo perfeito, acabam exagerando, e o que era para ser bonito, acaba ficando feio e masculinizado. Na minha opinião, a mulher  tem que saber dosar, não pode perder a feminilidade, se não acaba todo o charme”, afirmou.
Ao ser questionada se toparia fazer um ensaio sensual com nudez, Eva não foge do páreo. “Tudo depende de propostas (risos), mas faria sem problemas, até mesmo porque que eu saiba nunca uma mulher desse esporte posou nua, seria o máximo! E eu adoro ser fotografada”. E já até sabemos qual parte vai ficar mais evidente nas fotografias: as pernas. Afinal de contas, quem melhor do que ela mesma para dizer qual seu atributo mais bonito?

SP: em protesto, comerciantes do Ceagesp fecham avenida

Associação não aceita a privatização do controle das áreas de carga e descarga

Manifestantes tomam a Avenida Gastão Vidigal
Os comerciantes que atuam dentro da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na Vila Leopoldina, Zona Oeste da capital paulista, realizam, desde as 3 horas da madrugada desta quarta-feira, uma manifestação contra a terceirização do controle das áreas de carga e descarga da estatal. Clientes e caminhoneiros em geral não estão sendo impedidos de entrar na companhia, mas os comerciantes e carregadores cruzaram os braços e iniciaram uma passeata pela Avenida Gastão Vidigal.
O protesto é organizado pela Associação dos Permissionários do Entreposto de São Paulo (Apesp). Segundo o presidente da Apesp, Carlos Eduardo Haiek, os comerciantes não são contra as melhorias no sistema de controle de circulação de mercadorias e veículos dentro da Ceagesp, mas alegam que além de não terem sido comunicados nem consultados a respeito do edital de licitação, já arrecadam um total de 600.000 reais mensais que poderiam ser investidos nestas melhorias.
Além disso, segundo Haiek, o objetivo da empresa que irá controlar as áreas de carga e descarga é principalmente o lucro. Os permissionários afirmam que só voltam a comercializar seus produtos nesta quarta-feira dentro da Ceagesp depois que forem atendidos pela direção da estatal e com ela iniciarem uma negociação.
Por volta das 6 horas, um oficial de justiça entregou aos representantes da Apesp uma ordem judicial da 1ª Vara Cível que proíbe os permissionários de realizarem manifestação e de impedirem a livre circulação de veículos e pedestres dentro da área da Ceagesp. Outra determinação da Justiça contida no documento é de que os manifestantes também não podem impedir os comerciantes que queiram vender seus produtos de assim fazê-lo. A multa em caso de descumprimento é de 10.000 reais por dia.



Rede TV! quita dívidas e 'Pânico' desiste de processo

O programa estreia na Band no dia 1º de abril com novos personagens


O elenco do programa 'Pânico na TV', exibido pela RedeTV!.
A Rede TV! não está mais na mira do Pânico. Depois de migrar para a Band, devido a um atraso de três meses nos salários, a equipe do programa pensava em processar o canal, mas o plano foi descartado. “De minha parte, e acho que meus colegas têm a mesma posição, não tenho a intenção de abrir um processo. Só tenho a agradecer à emissora”, disse ao site de VEJA o humorista Ceará, que faz uma caricatura de Silvio Santos, após coletiva de imprensa doPânico, em São Paulo.
LEIA TAMBÉM: 'Pânico' troca dançarinas bombadas por 'ninfetas' e volta com novo colunista social: Otário Mesquita
No final de fevereiro, uma fonte ligada ao Pânico disse que a Rede TV! poderia pagar multa de até 25 milhões de reais pelo atraso dos salários. De acordo com Karina Sato, irmã, empresária e advogada de Sabrina Sato, todas as obrigações entre a emissora e os membros da atração já foram quitadas.
O Pânico na Band estreia neste domingo, às 21h, na Band, com novos personagens, como Otário Mesquita, sátira do apresentador Otávio Mesquita, e novas panicats.

Mano, contratado da Kaiser, rejeita fazer teste do bafômetro

O treinador da seleção foi parado em blitz da Lei Seca e acabou sendo multado

O técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, aparece em propaganda da cerveja Kaiser 
Antes de Mano, Romário, Leonardo e Adriano já tinham passado pela mesma situação nas blitze do Rio
O técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, foi parado em uma blitz da Lei Seca na madrugada desta quarta-feira, no Rio de Janeiro, e teve a sua carteira de habilitação apreendida após ter se recusado a realizar o teste do bafômetro. Mano - que é garoto-propaganda da cerveja Kaiser desde que assumiu o cargo de treinador da seleção - estava sem a documentação obrigatória quando foi parado na avenida Ministro Raul Machado, no bairro da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. Pela ocorrência, o técnico foi multado em 957,70 reais (por ter cometido infração gravíssima) e perdeu sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
De acordo com a polícia, o carro de Mano só foi liberado após um condutor habilitado ter sido chamado ao local. Mano Menezes não é a primeira personalidade do futebol que foi multada após ter sido parada em uma blitz. No ano passado, os ex-jogadores Romário e Leonardo e o atacante Adriano passaram pela mesma situação ao se recusarem a fazer o teste do bafômetro e sofreram a mesma penalidade que o técnico da seleção Brasileira. Após a vitória por 2 a 1 sobre a Bósnia, em fevereiro, a equipe de Mano Menezes só volta a jogar no mês de maio, quando tem jogos marcados contra a Dinamarca, no dia 26, e contra os EUA. O maior desafio dele neste ano é conquistar a inédita medalha de ouro para o Brasil na Olimpíada de Londres.

Talita e Maria Elisa esperam prévia de Londres no Circuito: ‘Nível lá em cima’

Dupla ressalta a importância de focar em um objetivo por vez e afirma que disputar muitas partidas contra Juliana e Larissa ajuda no treinamento
Talita e Maria Elisa formaram a parceria em 2009 com um objetivo claro: brigar por medalha nos Jogos de Londres. Desde então, a dupla se consolidou no cenário internacional e, mesmo à sombra de Juliana e Larissa, chega ao ano olímpico com moral e confiante de que tem condições de alcançar o pódio na Inglaterra. Para fazer bonito na terra da Rainha, as atletas trabalham de olho primeiro no Circuito Mundial, competição que vêem como uma prévia dos Jogos de Londres.

- Já fiz um ciclo olímpico antes e, o que aprendi, é fazer um passo de cada vez. Não adianta pensar lá em Londres vamos jogar muitos torneios até lá. Até porque esses torneios vão dar uma base de segurança para o time. É quase uma matemática exata. Vamos jogar contra muitos times que estarão nas Olimpíadas no Circuito. Se formos bem nesse caminho, vamos chegar bem lá. Mas, se atropelarmos esse processo e só pensarmos em ficar bem lá, isso pode gerar algo errado no meio do caminho – analisou Talita, que em Pequim terminou em quarto lugar, ao lado de Renata.

A sul-mato-grossense vê esta edição do torneio como mais dura do que as anteriores que disputou ao lado de Maria Elisa. Isto porque as parcerias tendem a chegar na melhor forma física e técnica no ano dos Jogos.


 Maria Elisa (esq.) e Talita treinam em Saquarema.
- Os times já estão mais entrosados, bem treinados, então o nível vai lá para cima. O ano pós-olimpíadas tem muita troca de time, os times diminuem um pouco o ritmo para aguentar outro ciclo. E, mais perto das Olimpíadas já, todos estão se preparando. Nós estamos nos preparando desde 2009 para isso e sentimos que vai ficar mais intenso, que a concentração, a briga pelo querer vai ficando maior quando vai chegando o objetivo. Com certeza os outros estão no mesmo ritmo. Fica mais difícil para todo mundo.
Caçula da dupla, Maria Elisa chega pela primeira vez às Olimpíadas com a vaga praticamente na mão. Aos 28 anos, a atleta de Resende, no interior do Rio de Janeiro, admite que a cobrança neste temporada é maior, mas se baseia nos bons resultados conquistados ao lado de Talita para acreditar em um 2012 com bons frutos.

Maria Elisa capricha na manchete durante treino.
- Desde 2009 tenho essa pressão natural, o assunto é esse desde lá. Ela (Talita) sempre deixou claro que essa era um ciclo olímpico meu e dela. Então já vinha trabalhando a pressão, que é até gostosa porque é um objetivo muito bom. Claro que esse ano tem um ritmo diferente, mas como fomos bem todos esses anos, administramos bem esses resultados pelos anos que estamos juntas, pelas participações no Circuito Mundial. Acho que podemos ir bem e concluir o ano bem nas Olimpíadas.
As maiores adversárias das duas no caminho rumo aos títulos dos principais torneios do ano são velhas conhecidas. Juliana e Larissa, atuais líderes do ranking da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) e hexacampeãs do Circuito Mundial, vão buscar em Londres o único título que falta à parceria.
Para Talita e Maria Elisa, o contato constante com as compatriotas no Circuito Brasileiro é bom para as duas duplas, já que cada partida se transforma em um treinamento de alto nível para as competições no exterior.
 - É um privilégio não só tê-las contra a gente como ter todas todas as outras do Circuito Brasileiro. É o melhor circuito do mundo. Mas é claro que jogar contra elas exige uma concentração absurda. Um erro define um jogo. Nos exige ao máximo. Lá fora é pedreira, tem americanas, chinesas, agora tem holandesas, italianas, alemãs. Se não entrarmos em todos os jogos com concentração como se fosse contra elas, contra Walsh e May, sabemos que podemos perder. Ter isso sempre no Circuito Brasileiro é um excelente treinamento. Para elas também, porque os jogos têm sido duros, e todas chegam mais treinadas no Circuito Mundial.


Kessy, Ross, Juliana, Larissa, Talita e Maria Elisa: briga boa entre as brasileiras.

Agora técnico, Flávio Canto ‘esquece relógio’ e redescobre judô: ‘Privilégio’

Nos primeiros treinos na nova função, ex-judoca faz hora extra, passa técnicas de chão para antigos companheiros e se mantém ao lado da ‘segunda família’

Flávio Canto repete o mesmo movimento duas, quatro, seis vezes e depois observa o esforço de seus alunos com um sorriso contido. Orienta um, dá dicas a outro, e circula pelo tatame inquieto, à procura de algum detalhe que lhe esteja escapando. A aula, que teve início às 15h30m de uma terça-feira de muita chuva em São Paulo, deveria terminar às 17h30m, mas se prolonga por mais uma hora depois do previsto, apesar das goteiras no dojô do Complexo do Ibirapuera. Alguns alunos, porém, pedem mais, e o professor se anima. Explica cada passo novamente, debate técnicas e escuta por mais trinta minutos. Sem o menor sinal de cansaço.

 Flávio Canto agora treina os antigos companheiros de seleção.
Após anunciar sua aposentadoria das competições, no início deste ano, Flávio Canto sentiu saudades da antiga rotina. Em conversas com a Confederação Brasileira de Judô, procurou um jeito de não se separar daquela que foi sua segunda família por quase 20 anos. Foi chamado para ajudar nos treinamentos das seleções masculina e feminina, para trabalhar aquela que sempre foi sua especialidade: Ne Waza, conjunto de técnicas executadas no solo. Acostumado a dar aulas em seu Instituto Reação, no Rio de Janeiro, o judoca oficializa sua veia de professor diante de uma turma de alunos prodígios, com medalhas em Olimpíadas e Mundiais em seus currículos. A animação, ele diz, é de um principiante.
- Estou animado, curtindo à beça. É um privilégio, eles sempre foram minha segunda família. Inventamos uma maneira de eu continuar aqui, ajudando. É a forma que eu encontrei de me manter perto e de evitar que eu me distanciasse. É como no término de um namoro. Você não termina só com a namorada, mas também perde o contato com a família da namorada, com os amigos dela. Foi essa forma que eu encontrei de continuar junto com eles. E agora estou redescobrindo o judô – disse o novo membro da comissão técnica, que, até quinta-feira, participa dos treinos das categorias 81kg, 90kg, 100kg e + 100kg em São Paulo.
 Flávio Canto senta no tatame: técnicas no solo são
especialidade.
Nas últimas semanas, Canto tem dividido seu tempo entre o trabalho de apresentador, a administração do Instituto Reação e os treinos da seleção. “É a minha vida louca”, ele brinca. Por isso, encara cada aula aos antigos companheiros como um intensivo. Considerado um dos melhores judocas no solo, o novo professor tenta passar as técnicas que o levaram a uma carreira de conquistas, como o bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Tudo sob o olhar atento dos alunos e do técnico Luiz Shinohara. Nas primeiras aulas, Canto tem tentado ser o mais didático possível. Passa a base dos fundamentos, embora saiba que os judocas à sua frente têm uma grande noção de suas técnicas. À sua frente, os antigos companheiros observam com respeito e atenção.
- Nós somos muito amigos. O Leandro (Guilheiro) é meu irmão, com o Luciano (Corrêa) eu passei três ciclos olímpicos. É um grupo muito forte, a nata. Talvez a amizade e o carinho favoreçam o trabalho. E, aqui, ninguém tem vaidade. Eu quero o bem deles. Antes, tinha uma flecha para acertar em busca de uma medalha olímpica. Agora, com eles, são 14. Estou vivendo essa nova experiência.
Até o anúncio da aposentadoria, Guilheiro era o rival de Canto na busca por mais uma participação em Olimpíadas. Com a grande fase do amigo – líder do ranking na categoria até 81kg –, o novo professor viu que não teria forças para buscar a diferença no ranking. Hoje, Guilheiro se aproveita da nova função de Canto para melhorar ainda mais sua técnica antes dos Jogos de Londres.
- Como o Flávio, no solo, não existe igual. É um cara à parte, com uma visão muito própria disso. Ele torna a luta no solo interessante. O que faz o judô interessante para mim é a parte da estratégia, do jogo de xadrez mesmo. Ele era meu companheiro de quarto nas viagens e me passava algumas coisas, mas não seria legal eu pedir dicas naquele momento, porque estávamos na mesma categoria. Mas, como já está do outro lado, criou um método dele. Para ele, a luta no solo é muito óbvia, e agora ele vai passar isso para todos nós.
 Flávio Canto põe a mão na massa para ensinar sobre Ne Waza.
Técnico principal da seleção masculina, Shinohara diz que a seleção deve aproveitar a presença de Canto para tentar aprimorar uma parte técnica que, antes, não recebia um trabalho específico. E o treinador acredita que os treinos já farão a diferença nos Jogos de Londres.

Flávio observa os judocas ao lado do treinador Luiz
Shinohara.

- Os atletas têm de aproveitar isso, sugar esses ensinamentos. O Flávio elaborou um treinamento de fundamentos, com muitos exercícios, a base da luta de chão mesmo. E a evolução é muito grande.
No novo trabalho, Canto tenta implantar uma mentalidade de ataque na seleção. Como o judô brasileiro é tradicionalmente mais forte na luta em pé, a técnica no chão era vista mais como uma defesa depois da queda. O professor tenta mudar essa característica e vai usar vídeos dos treinos para melhorar as técnicas dos judocas da seleção.
Mas, para Canto, o cargo de técnico na seleção é a sua redescoberta do judô. Após lidar com uma série de lesões no fim da carreira, o judoca diz que a nova função fez com que ele parasse de associar os tatames com as dores que sentia nas lutas.
- Quando me aposentei, tive muita dificuldade em mudar minha rotina de treinos, com essa parte de “destreinar”, de diminuir a intensidade para não ter nenhum problema de saúde. E, agora, estou redescobrindo o judô. Passei por quatro operações, lidei muito com a dor. Estou recuperando o prazer de treinar.
  

Showbol

Criada nos EUA, a cultura dos animadores de eventos esportivos invadiu o Brasil. No showbol, um time de modelos vem fazendo a alegria do público masculino desde o início do ano. Com idades entre 18 e 26 anos, meninas dos mais variados típicos físicos são as novas estrelas da modalidade. Mostrando que não deixam nada a desejar às famosas ring girls do UFC, as brasileiras esbanjam simpatia e sensualidade nas competições pelo país afora.

Modelos roubam a cena no showbol e viram uma atração à parte nas competições.
No Campeonato Paulista, que terá a sua fase final neste final de semana, as "showgirls" que vêm se destacando são as louras Juliana Mello e Kathelly Brittz, a mulata Catarina Braga e a morena Kelly Menezes. Escolhidas através de uma seleção de modelos, as quatro sabem que, além de beleza, é preciso ter muito carisma para lidar com o público.
- Estava fazendo animação de um show musical em Mangaratiba, quando conheci o Bola Sete (principal animador do showbol). Ele me falou que estava havendo uma seleção de meninas para trabalharem no showbol e me indicou à organização. Acabou que fui selecionada e hoje estou aqui - conta Kathelly.
Moradora de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, a loura de 19 anos é uma apaixonada por esportes em geral, principalmente o futebol. Ex-jogadora de Fluminense e Flamengo, Kathelly desfila diariamente o seu talento nas areias de Ipanema, onde pratica futevôlei, sua nova paixão.

Casa Branca confirma morte de filho de Osama bin Laden

Hamza bin Laden, também era conhecido como 'príncipe-herdeiro da Jihad'. Operação que o matou aconteceu entre o Afeganistão e o P...