Digital influencer relembrou a maternidade de Davi Lucca e também falou sobre feminismo
2019 promete para Carol Dantas. Grávida de seu segundo filho, a digital influencer bateu um papo com a Marie Clairesobre os preparativos com a nova gestação, relembrou a maternidade de Davi Lucca - fruto de seu antigo relacionamento com o craque Neymar -, feminismo e assédio.
Marie Claire: Você ficou grávida cedo de Davi Lucca. Como foi receber a notícia de que seria mãe? Era um sonho ou foi um choque?
Foi um grande susto, não queria ser mãe nova, mas aconteceu. Foi um grande choque para mim e para minha família. Ser mãe jovem com uma gravidez exposta não é fácil. Mas hoje eu sou muito grata ao filho especial que tenho e por ter tido a sorte de ele ter me escolhido. O resto, serviu de aprendizado e me fez uma mulher madura e pronta para oque que vivo hoje.
Lembra de algum desejo durante a gestação que pensou "não é possível que eu queira comer isso ou tanto assim"?
Suco de milho. Eu queria suco de milho que vendia em uma máquina de um supermercado. Tomava aquilo como se não houvesse o amanhã.
Parabéns pela segunda gravidez. Você gostaria de aumentar a família?
Estou esperando mais um menino, e ao decorrer da minha vida vou pensar na possibilidade de ter o terceiro. Nasci para ser mãe e amo muito ser mãe.
Você se considera feminista?
Tento ser a melhor mulher que posso ser todo dia e me desafiando constantemente e provando pra mim mesma que uma mulher é capaz de tudo. Eu acredito que estamos vivendo um momento muito importante e que nós, como mulheres, devemos apoiar as lutas e as causas por um mundo mais justo e equilibrado…Vamos combinar que ainda vivemos em um mundo machista. Ainda! Porque nós mulheres temos potencial para tudo, e nos respeitando, nos ajudando, nos tornando melhor a cada dia, conseguiremos ter o nosso valor reconhecido como deve ser.

Você costuma se dar bem com as namoradas do Neymar e isso sempre vira notícia. Por que você acha que as pessoas estranham esse tipo de comportamento? Ainda é um pensamento enraizado de competição feminina?
Eu costumo me dar bem com quem trata meu filho bem. Acredito que quando existe respeito, não precisamos pensar em coisas ruins. Então, é uma situação que levo numa boa. O meu papel é respeitar, apoiar, e porquê não ir além disso e me dar bem? Todos saem ganhando com isso!
O que você ensina ou pretende ensinar aos seus filhos sobre feminismo?
Enquanto ele é criança, tento que ele entenda que somos todos iguais e que respeito precisa estar acima de qualquer coisa.
Na sua opinião, o que falta para o Brasil ser considerado feminista?
Acredito que é uma questão cultural e que o Brasil ainda precisa aprender muito, mas hoje já temos essa bandeira levantada e ganhando cada vez mais força. Educação e respeito ao próximo é o caminho.
Lembra de algum assédio que sofreu e qual foi sua reação?
Já sofri assédio midiático. Fico triste quando a mídia pública alguma inverdade a meu respeito e minha vida. Mas é como já falei, sou uma pessoa pública e entre tantas coisas boas, acabam surgindo as ruins.
Com 2 milhões de seguidores no Instagram, como lida com os haters nas redes sociais?
Sinceramente é algo que hoje não me incomoda, e se incomoda em algum momento, é muito menos do que antes. Aprendi a conviver com isso e tenho a sorte de ter muito carinho e amor das pessoas, fazendo com que os haters passem praticamente despercebidos.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Muito obrigado pelo comentário, um grande abraço da equipe Braga Show!!!