G1 mostrou em julho de 2017 a situação das casas na Vila Romana, mas até o momento nenhuma obra foi feita para conter os barrancos no Córrego Guarucaia.
Um grupo de moradores do bairro Vila Romana, em Presidente Bernardes, continua a viver sob insegurança e medo de ver suas casas desabarem nos barrancos do Córrego Guarucaia, que corta a comunidade. Em julho de 2017, o G1 esteve no local e publicou uma reportagem mostrando o drama de 15 famílias que têm residências próximas aos barrancos e cobravam a realização de uma obra para a contenção da erosão. De acordo com os moradores, após seis meses da publicação, nenhuma obra foi realizada no local e o problema aumentou.
“Nada foi feito até a presente data. Houve um aumento significativo da erosão. Não houve nenhuma melhora, uma vez que nada foi feito, nada melhorou para nós aqui do bairro. A erosão aumentou muito”, explicou ao G1 a funcionária pública Rosalina Aparecida Domingos de Araújo Pereira, moradora do bairro.
A população da Vila Romana possui apenas uma via de acesso para entrar e sair do bairro através de uma ponte, que também é alvo de preocupação dos moradores.
“A cabeceira da ponte parece ter cedido um pouco mais. Os moradores têm medo de ver suas casas serem acometidas de um possível desmoronamento, devido a estarem tão próximas da vala. Então, é uma insegurança total”, afirmou Rosalina.
Para o educador físico Denilson Maturano Leite, também morador do bairro, a única coisa que mudou de julho de 2017 até o momento foi o aumento da erosão. “Só aumentou o buraco. O terreno está cedendo aos poucos. O sentimento que temos é realmente de medo e insegurança de perdermos nossas casas. A ponte do bairro, nosso único acesso, pode cair”, explicou Leite ao G1.
No dia 21 de julho de 2017, a Prefeitura de Presidente Bernardes havia informado ao G1 que a parte técnica do projeto encaminhado à Defesa Civil do Estado de São Paulo para a realização de obra de contenção de erosão nos barrancos teve parecer favorável.
Na ocasião, o Poder Executivo ainda informou que o próximo trâmite era a liberação do recurso junto à Casa Civil e só depois disso a obra poderia ser iniciada.
Já a Casa Civil, na mesma oportunidade, informou que a solicitação "encontrava-se em análise de viabilidade técnico-orçamentária".
VEJA https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/apos-seis-meses-de-espera-problema-com-erosao-se-agrava-e-deixa-moradores-em-panico-em-presidente-bernardes.ghtml

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