Para a Justiça, suspeito é o maior corruptor segurança
pública em GO.
Esquema contaria com espionagem política e empresarial.
Esquema contaria com espionagem política e empresarial.
O inquérito sobre o caso da máfia dos caça-níqueis
aponta o envolvimento do suposto líder do esquema, o empresário Carlos Augusto
Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com jornalistas e políticos. De acordo com o
documento de mais de 900 páginas, a máfia contaria com sofisticada espionagem
política e empresarial, mediante supostas interceptações ilegais.Para a
Justiça, o suspeito de liderar a quadrilha pode ser considerado o maior
corruptor de agentes públicos encarregados da segurança pública de toda a
história do estado de Goiás.
Uma reportagem publicada no site da revista Época na
sexta-feira (2) afirma que o suspeito de chefiar a máfia dos caça-níqueis
conversaria com frequência e intimidade com parlamentares de vários partidos
políticos. Inclusive com senadores da república.

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